PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Bola que celebra cultura da África será usada na final da Copa Africana entre Marrocos e Senegal

Com o nome de ITRI, a versão celebra a cultura do continente e homenageia as seleções finalistas do torneio
A edição especial da bola da 35ª edição da Copa Africana de Nações disputada no Marrocos.

A edição especial da bola da 35ª edição da Copa Africana de Nações disputada no Marrocos.

— Divulgação/CAF

16 de janeiro de 2026

A Confederação Africana de Futebol (CAF) e a Puma divulgaram nesta sexta-feira (16) a bola especial da final da Copa Africana de Nações, que será disputada entre Marrocos e Senegal. A decisão está marcada para domingo (18), às 16h, no Estádio Prince Moulay Abdellah, em Rabat.

Batizada de ITRI, a versão comemorativa da bola oficial celebra a cultura africana e traz detalhes em dourado em homenagem às duas seleções finalistas.

Quer receber nossa newsletter?

Você encontrá as notícias mais relevantes sobre e para população negra. Fique por dentro do que está acontecendo!

Ao longo do torneio, o design da bola foi inspirado no país-sede, com referências aos padrões geométricos do zellige e à arte tradicional marroquina.

O nome ITRI significa “estrela” em amazigh, idioma ancestral do Norte da África, e o modelo apresenta uma estrela central, contornos que remetem a pétalas de flores e simetria circular.

Além desses elementos, as características também fazem referência à bandeira do Marrocos, destacando as cores verde e vermelho, e ambição das 24 seleções que participaram desta edição da competição.

Ambas as seleções buscam o bicampeonato. Na quarta-feira (14), o Marrocos garantiu vaga na final ao vencer a Nigéria por 4 a 2 nos pênaltis, enquanto o Senegal avançou ao superar o Egito por 1 a 0.

Apoie jornalismo preto e livre!

O funcionamento da nossa redação e a produção de conteúdos dependem do apoio de pessoas que acreditam no nosso trabalho. Boa parte da nossa renda é da arrecadação mensal de financiamento coletivo.

Todo o dinheiro que entra é importante e nos ajuda a manter o pagamento da equipe e dos colaboradores em dia, a financiar os deslocamentos para as coberturas, a adquirir novos equipamentos e a sonhar com projetos maiores para um trabalho cada vez melhor.

O resultado final é um jornalismo preto, livre e de qualidade.

  • Thayná Santana

Leia mais

PUBLICIDADE

Destaques

Cotidiano