PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Sobe para 66 o número de mortos por enchentes no Quênia

Autoridades informam que a capital Nairóbi foi a mais afetada e registrou 33 mortes
Centro de Nairóbi, no Quênia, após chuvas intensas, no dia 7 de março de 2026.

Centro de Nairóbi, no Quênia, após chuvas intensas, no dia 7 de março de 2026.

— Tony Karumba/AFP

16 de março de 2026

Cerca de 66 pessoas morreram nas inundações provocadas por chuvas intensas no Quênia. A informação foi divulgada pela Polícia Nacional do Quênia (NPS) no último domingo (15). 

Os temporais começaram no dia 6 de março e, dois dias depois, já haviam resultado em 45 mortes, segundo o porta-voz da polícia queniana Michael Muchiri. 

Quer receber nossa newsletter?

Você encontrá as notícias mais relevantes sobre e para população negra. Fique por dentro do que está acontecendo!

O órgão informou que a capital Nairóbi foi a área mais atingida, com 33 óbitos. Oito crianças estão entre as vítimas fatais. Em seguida, a região Leste do país registrou 18 mortos e o Grande Vale Rifte, oito. A área central, a costa e a província de Nyanza, no sudoeste do país, somaram sete vítimas. 

De acordo com o comunicado, o evento climático extremo causou o deslocamento de mais de 2 mil famílias. As autoridades declararam que a chuva persiste em diversas localidades do país. 

Na última semana, o alto volume de água também causou o desmoronamento das margens de um dos principais rios da capital, destruindo milhares de propriedades e comércios. Centenas de veículos foram arrastados pela correnteza.

Apoie jornalismo preto e livre!

O funcionamento da nossa redação e a produção de conteúdos dependem do apoio de pessoas que acreditam no nosso trabalho. Boa parte da nossa renda é da arrecadação mensal de financiamento coletivo.

Todo o dinheiro que entra é importante e nos ajuda a manter o pagamento da equipe e dos colaboradores em dia, a financiar os deslocamentos para as coberturas, a adquirir novos equipamentos e a sonhar com projetos maiores para um trabalho cada vez melhor.

O resultado final é um jornalismo preto, livre e de qualidade.

  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

Leia mais

PUBLICIDADE

Destaques

Cotidiano