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Fluminense repudia ataques racistas e homofóbicos contra atacante Keké

Segundo nota do Fluminense, o autor das ofensas foi identificado pela polícia e encaminhado à delegacia
A atacante do Fluminense, Keké.

A atacante do Fluminense, Keké.

— Reprodução/Fluminense

28 de abril de 2026

O Fluminense publicou, na segunda-feira (27), uma nota de repúdio contra um caso de racismo e homofobia contra a atacante Keké, durante partida contra o Mixto pela oitava rodada do Brasileirão Feminino, no Estádio Dutrinha, em Cuiabá.

O episódio ocorreu durante o primeiro tempo do jogo, no último domingo (26), quando um torcedor proferiu ofensas discriminatórias à atleta. O protocolo antirracista foi aplicado pela árbitra Adriana Costa Farias após reclamações e protestos das jogadoras. 

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Em nota, o Fluminense declarou que o agressor foi identificado pelos policiais presentes e encaminhado para a delegacia do local. Nas redes sociais, a jogadora lamentou o ocorrido e informou ter sido chamada de “crioula” em campo. 

Leia mais: ‘Há racistas em todos os países’, diz Vini Jr. ao cobrar ação coletiva no futebol

“Quem já passou por isso sabe o quanto é doloroso, mas seguirei firme e sempre lutando por essa causa que é de todos nós. Espero que as autoridades tomem as devidas providências”, destacou. 

O clube destacou o compromisso na luta antirracista e notificou que acompanhará os desdobramentos do caso. 

“O Fluminense presta solidariedade e apoio à atleta, reforçando sua responsabilidade com a proteção e o respeito de todas as suas jogadoras. […] O clube reafirma seu compromisso em combater qualquer tipo de preconceito. Atitudes como essa são inaceitáveis no futebol e na sociedade”, diz o comunicado. 

Leia mais: UEFA suspende Prestianni por 6 jogos por conduta discriminatória contra Vini Jr.

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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