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Mais de 14 milhões de pessoas saíram da pobreza no Brasil desde 2023

Levantamento do MDS aponta queda de 25% no número de famílias em situação de pobreza entre 2023 e 2024
Imagem de uma criança segurando um prato de comida. A secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Lilian Rahal, apontou que lares chefiados por mulheres negras são os mais afetados pela insegurança alimentar.

Uma criança segurando um prato de comida

— Agência Gov/Via Secom

10 de setembro de 2025

Em dois anos, mais de 14 milhões de pessoas deixaram a condição de pobreza no Brasil. Os dados foram divulgados na segunda-feira (8) pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). 

O relatório, produzido a partir de informações do Cadastro Único (CadÚnico), destaca que, entre maio de 2023 e julho de 2024, o número de famílias com renda mensal de até R$ 218 por pessoa caiu de 26,1 milhões para 19,56 milhões. A queda representa uma redução de 25%.

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Segundo o levantamento, 6,55 milhões de famílias ampliaram sua renda acima da linha da pobreza no período observado. O índice de famílias unipessoais de baixa renda, quando apenas uma pessoa do núcleo familiar é inscrita no CadÚnico, também registrou um recuo de 39%.

O MDS indica que a melhora nos índices foi observada em todas as regiões do país, com destaque para o Nordeste e Sudeste. 

A pasta associa o resultado ao fortalecimento de políticas sociais e ao aprimoramento do CadÚnico, que atualmente conta com quase 80 milhões de pessoas registradas.

“A renda é um componente fundamental para as pessoas terem acesso aos alimentos e o resultado é que, combinando desenvolvimento econômico e social, tiramos o Brasil do Mapa da Fome e as pessoas estão saindo da pobreza, seja pelo trabalho ou pelo empreendedorismo”, afirmou o ministro Wellington Dias, em nota à imprensa.

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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