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Motoboys protestam após entregador ser morto a tiros durante entrega na Zona Oeste do Rio

Crime ocorreu quando Paulo Vitor foi baleado durante entrega de pizza; categoria denuncia aumento de violência na região
O entregador Paulo Vitor de Souza Lopes, de 22, morto a tiros em Senador Vasconcelos, Zona Oeste do Rio no domingo, 25 de janeiro de 2026.

O entregador Paulo Vitor de Souza Lopes, de 22, morto a tiros em Senador Vasconcelos, Zona Oeste do Rio no domingo, 25 de janeiro de 2026.

— Reprodução/Redes Sociais

26 de janeiro de 2026

Nesta segunda-feira (26), motoboys realizaram uma manifestação em protesto pela morte do colega de trabalho Paulo Vitor de Souza Lopes, de 22 anos. O ato ocorreu no centro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Os motociclistas percorreram ruas do bairro, e familiares da vítima também participaram da mobilização.

O crime aconteceu na noite de domingo (25), quando o jovem foi assassinado a tiros enquanto fazia uma entrega de pizza, em Senador Vasconcelos. A mobilização ocorre em meio ao aumento da violência contra a categoria, já que este é o segundo caso de motoboy morto durante o trabalho no Rio em menos de uma semana.

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Em nota publicada nas redes sociais, a pizzaria onde Paulo trabalhava lamentou o ocorrido, prestou solidariedade aos familiares e informou que permanecerá fechada nesta segunda-feira. “Neste momento de dor, nos solidarizamos com a família, amigos e colegas, expressando nossos mais sinceros sentimentos e respeito.”

Segundo relatos de testemunhas, Paulo Vitor realizava uma entrega na Avenida Cesário de Melo, por volta das 21h30, quando foi abordado por criminosos. Os suspeitos dispararam diversas vezes contra o jovem, que carregava uma bolsa térmica de aplicativo de entregas, e fugiram levando a motocicleta da vítima.

De acordo com a Polícia Militar, equipes do 40º BPM (Campo Grande) foram acionadas para atender a ocorrência. Os agentes isolaram a área para a realização da perícia, e o caso ficou sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que está investigando o crime.

Com informações do O Dia.

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  • Thayná Santana

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