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Espetáculo Quizumba apresenta artistas negros circenses para público infantil

Apresentação faz parte do Circuito Municipal de Cultura de São Paulo
Imagem mostra a palhaça Ursa Maior, protagonizada por Loi Lima, no espetáculo infantil "Quizumba".

Imagem mostra a palhaça Ursa Maior, protagonizada por Loi Lima, no espetáculo infantil "Quizumba".

— Divulgação

23 de maio de 2024

A peça infantil “Quizumba”, realizada pela Indômita Cia de Circo e Teatro, apresenta uma nova temporada composta por sete apresentações que farão parte do Circuito Municipal de Cultura, em São Paulo.

Criada em 2016 pela atriz e produtora cultural Loi Lima, a companhia tem como compromisso criar espetáculos que dialoguem com as infâncias negras, criando paradigmas de representatividade e fomentando o pensamento antirracista em crianças e adultos brancos. Além disso, o nome do espetáculo, Quizumba, busca fazer um contraponto à marginalização das religiões afro-brasileiras.

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O espetáculo convida o público para mergulhar na história e contribuição de artistas negros que fizerem parte da construção do circo brasileiro, como a palhaça Ursa Maior, protagonizada por Loi, que ocupa a cena apresentando números autorais juntamente com Solange, uma Capivara de estimação com quem divide o show.

De maneira lúdica e poética, o espetáculo é idealizado para dialogar com todas as idades, de forma com que crianças e adultos conheçam grandes nomes da história circense, como Benjamin de Oliveira, João Alves, Marina de Oliveira e Maria Eliza Alves.

“Essa dramatúrgica vislumbra dizer às crianças que as histórias não acabam, que nada se encerra, que os passos dos nossos ancestrais são uma extensão dos nossos próprios passos, que a vida é circular e que o mais velho segura na mão do mais novo. É nessa gira, que o espetáculo vai mais uma vez às ruas, se renovando a cada nova apresentação e troca com o público”, ressalta a produtora cultural Loi Lima em nota à imprensa.

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  • Mariane Barbosa

    Curiosa por vocação, é movida pela paixão por música, fotografia e diferentes culturas. Já trabalhou com esporte, tecnologia e América Latina, tema em que descobriu o poder da comunicação como ferramenta de defesa dos direitos humanos, princípio que leva em seu jornalismo antirracista e LGBTQIA+.

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