PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Saúde para população negra, quilombola e de religiões de matriz africana é foco de audiência pública

Evento em Maceió (AL) busca fortalecer o diálogo sobre equidade racial no Sistema único de Saúde (SUS) com comunidades e instituições
Imagem mostra mulheres negras de religiões de matriz africana.

Imagem mostra mulheres negras de religiões de matriz africana.

— Rovena Rosa/Agência Brasil

18 de outubro de 2025

O Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Estado de Alagoas (MP/AL) e a Defensoria Pública do Estado de Alagoas (DPE/AL) realizam, no dia 22 de outubro, uma audiência pública para discutir a efetivação das políticas nacionais de saúde voltadas à população negra, quilombola e às religiões de matriz africana.

A sessão, que será realizada das 14h às 18h, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça de Alagoas (prédio-sede, 4º andar), em Maceió, visa promover avanços concretos na formulação e execução de políticas públicas de saúde, assegurando a efetividade das ações voltadas à equidade étnico-racial no Sistema Único de Saúde (SUS).

Quer receber nossa newsletter?

Você encontrá as notícias mais relevantes sobre e para população negra. Fique por dentro do que está acontecendo!

Estão previstas participações de representantes do poder público, movimentos sociais, conselhos de saúde, comunidades tradicionais e organizações da sociedade civil.

A iniciativa dialoga com o Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra, celebrado em 27 de outubro, e está alinhada às diretrizes da política nacional de saúde Integral da população negra, da política nacional de desenvolvimento sustentável dos povos e comunidades tradicionais e do estatuto da igualdade racial.

Durante a audiência, o público poderá apresentar manifestações orais, documentos escritos ou materiais audiovisuais. As inscrições podem ser realizadas até 20 de outubro por meio do formulário on-line.

Apoie jornalismo preto e livre!

O funcionamento da nossa redação e a produção de conteúdos dependem do apoio de pessoas que acreditam no nosso trabalho. Boa parte da nossa renda é da arrecadação mensal de financiamento coletivo.

Todo o dinheiro que entra é importante e nos ajuda a manter o pagamento da equipe e dos colaboradores em dia, a financiar os deslocamentos para as coberturas, a adquirir novos equipamentos e a sonhar com projetos maiores para um trabalho cada vez melhor.

O resultado final é um jornalismo preto, livre e de qualidade.

  • Thayná Santana

Leia mais

PUBLICIDADE

Destaques

Cotidiano