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Projeto leva palhaçaria acessível a garagens das periferias de Belo Horizonte

Projeto Garagens Periféricas inicia nova edição com apresentações circenses gratuitas para democratizar a cultura
Grupo de palhaços do projeto Garagens Periféricas em Belo Horizonte.

Grupo de palhaços do projeto Garagens Periféricas em Belo Horizonte.

— Divulgação/Clau Silva

6 de fevereiro de 2026

O projeto Garagens Periféricas dá início à edição Pro Povo Ri 2026 neste sábado (7), em Belo Horizonte, levando gratuitamente espetáculos de palhaçaria a comunidades em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa transforma vagas de garagem cedidas por moradores em picadeiros.

Com mais de uma década de atuação, o projeto foi criado em 2013, após o cancelamento de uma apresentação de última hora, episódio que deu origem a ação visando a descentralização cultural.

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A edição deste ano segue até junho e vai ocupar quatro garagens residenciais e três estacionamentos de centros culturais, para ampliar o acesso à cultura para moradores das periferias da capital mineira.

A montagem reúne sete artistas, que se revezam a cada apresentação, sob o comando do Doutor Titetê, personagem interpretado por Cícero Silva, além da participação de convidados. Todas as apresentações têm entrada gratuita e contam com acessibilidade em Libras, garantindo a inclusão do público.

Segundo o idealizador da proposta, Cícero Silva, artista e produtor cultural do Atelie Titete, a inspiração surgiu da necessidade de ampliar os espaços possíveis para a realização do espetáculo. “Na periferia, a garagem é uma alternativa, ressignificando a sua função e garantindo o direito que a população dos territórios de vulnerabilidade tem de fruição e de conferir um espetáculo, de ver um palhaço sorrir”, explica em comunicado à imprensa.

A estreia acontece na garagem da casa de André da Silva, localizada na Rua Luiz Lopes, nº 111, no bairro Ouro Preto, a partir das 19h.

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  • Thayná Santana

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