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Encontro nacional reúne mais de 500 lideranças de matriz africana em Minas Gerais

Quarta edição do ÉGBÈ debate ancestralidade, liberdade religiosa e direitos dos povos de terreiro até o dia 7 de junho, em Contagem (MG)
A terceira do ÉGBÈ – Encontro Nacional das Culturas dos Povos de Matriz Africana, em 2025.

A terceira do ÉGBÈ – Encontro Nacional das Culturas dos Povos de Matriz Africana, em 2025.

— Divulgação/Nieves Rodrigues

5 de junho de 2026

Mais de 500 lideranças religiosas, ativistas, pesquisadores e representantes de instituições públicas participam da quarta edição do ÉGBÈ – Encontro Nacional das Culturas dos Povos de Matriz Africana, realizado em Contagem (MG). 

Considerado o maior encontro da América Latina voltado aos povos de matriz africana, o evento começou na quinta-feira (4) e segue até o dia 7 de junho com debates, atividades culturais e espaços de articulação política.

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O encontro é promovido pelo Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira (CENARAB) e reúne participantes de diferentes estados brasileiros e de outros países das Américas e da África. 

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A programação conta com a presença de autoridades governamentais, lideranças de terreiro, pesquisadores e representantes de instituições ligadas à promoção dos direitos humanos e da igualdade racial.

Com o tema “O Poder Ancestral”, a edição deste ano busca fortalecer a defesa dos direitos dos Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro e de Matriz Africana. A proposta também inclui ampliar a visibilidade das práticas religiosas e culturais desses grupos, além de estimular o diálogo entre organizações da sociedade civil e o poder público.

Entre os participantes estão a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, o antropólogo Kabengele Munanga, o professor Eduardo Oliveira e o embaixador de Gana no Brasil, Nii Amasah Namoale, além de representantes de terreiros e organizações de diversos países.

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Durante os quatro dias de atividades, os participantes acompanham mesas-redondas, apresentações artísticas, rodas de diálogo e debates sobre políticas públicas. Os espaços também buscam fortalecer redes de cooperação entre comunidades tradicionais, organizações sociais e instituições parceiras.

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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