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Marcha das Mulheres Negras reúne ativistas e organizações por reparação e bem viver no Rio

Marcha das Mulheres Negras reúne ativistas e organizações por reparação e bem viver no Rio
A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e a filha de Marielle, Luyara Franco, na 11º Marcha das Mulheres Negras, em Copacabana, no Rio de Janeiro, em 27 de julho de 2025.

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e a filha de Marielle, Luyara Franco, na 11º Marcha das Mulheres Negras, em Copacabana, no Rio de Janeiro, em 27 de julho de 2025.

— Divulgação/Instituto Marielle Franco

28 de julho de 2025

A 11ª edição da Marcha das Mulheres Negras do Rio de Janeiro reuniu milhares de pessoas neste domingo (27), ocupando a orla de Copacabana com o lema “Contra o racismo, por justiça e bem viver”. O ato, que acontece anualmente no último domingo de julho, também marca o aniversário de nascimento da ex-vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018 e que se tornou símbolo de resistência.

A mobilização faz parte da preparação para a Marcha Nacional das Mulheres Negras, prevista para novembro, em Brasília. A organização é conduzida pelo Fórum de Mulheres Negras do Rio de Janeiro, que atua no combate ao racismo e ao sexismo no estado.

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O evento contou com a participação de ativistas, parlamentares e lideranças do movimento negro. Estiveram presentes a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, a deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ), a secretária municipal de Políticas e Promoção da Mulher, Joyce Trindade, e a escritora Conceição Evaristo.

A mobilização teve início na Praça do Lido, na zona sul, e seguiu pela orla com falas de protesto por políticas de reparação, melhores condições de vida para as mulheres negras e em defesa da democracia. 

Anielle Franco  participou do ato ao lado da mãe, Marinete da Silva, e da sobrinha, Luyara Franco. A ministra reforçou a importância da mobilização:

“As mulheres negras ainda têm os piores salários e as maiores obrigações sociais. Dentro e fora do governo trabalhamos todos os dias para mudar essa realidade, mas é preciso que haja um compromisso real de toda a sociedade para que as demandas e as respostas em forma de política pública tenham efeito”, afirmou Anielle em comunicado do governo.

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  • Thayná Santana

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