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Faridah Àbíke-Íyímídé aborda racismo estrutural em ambiente escolar elitista em nova obra

"Onde Repousam as Mentiras" aborda desigualdade social e preconceito de gênero em suspense psicológico
Imagem de Faridah Àbíké-Íyímídé, autora do suspense psicológico "Onde Repousam as Mentiras", livro que aborda o racismo estrutural em ambiente escolar.

Foto: Divulgação

25 de junho de 2024

Em seu novo romance “Onde Repousam as Mentiras”, a premiada autora Faridah Àbíké-Íyímídé apresenta um suspense psicológico que faz uma crítica aos sistemas opressores que perpetuam o racismo estrutural e o preconceito de gênero. A obra, publicada no Brasil pela Plataforma21, destaca-se pelo protagonismo negro e representatividade LGBTQIAPN+, marcas registradas da escritora inglesa.

A história acompanha Sade Hussein, uma herdeira milionária que, após a morte de seu pai, decide recomeçar a vida em um novo ambiente, matriculando-se na prestigiada Academia Alfred Nobel, um internato de elite no Reino Unido. O que deveria ser um novo começo rapidamente se transforma em um pesadelo quando sua colega de quarto, Elizabeth Wang, desaparece, e Sade se vê no centro das suspeitas.

Determinada a descobrir a verdade, Sade se junta a Baz, um aluno brasileiro e melhor amigo de Elizabeth. Juntos, eles enfrentam um ambiente hostil e começam a desvendar uma teia complexa de mentiras, abusos e corrupção dentro da instituição. Cartas misteriosas de Elizabeth revelam a verdadeira face da Academia Alfred Nobel, onde os docentes podem estar envolvidos no sequestro da jovem.

Ao longo da narrativa, Sade e Baz enfrentam pressões psicológicas, ameaças e intimidações por parte da administração do colégio, que tenta silenciar suas descobertas. Narrado em primeira pessoa, o romance combina elementos de formação pessoal com uma trama de mistério e horror.

Segundo divulgação, “Onde Repousam as Mentiras” convida os leitores a refletirem sobre questões profundas como o racismo estrutural, a agressão sexual, o preconceito de gênero e a homofobia. Àbíké-Íyímídé usa a narrativa para expor as dificuldades enfrentadas por minorias, frequentemente marcadas pelo abuso de poder patriarcal.

  • Giovanne Ramos

    Jornalista multimídia formado pela UNESP. Atua com gestão e produção de conteúdos para redes sociais. Enxerga na comunicação um papel emancipatório quando exercida com responsabilidade, criticidade, paixão e representatividade.

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