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Instituto Kondzilla encerra ano com debate on-line sobre samba, funk e ‘frequência proibida’

Live com deputada estadual Leci Brandão (PCdoB-SP) e o professor e ativista antirracista Juarez Tadeu de Paula Xavier discute a proibição histórica de ritmos populares e o estigma da cultura periférica
O professor e ativista antirracista Juarez Tadeu de Paula Xavier.

O professor e ativista antirracista Juarez Tadeu de Paula Xavier.

— Divulgação/Instituto Kondzilla

14 de dezembro de 2025

O Instituto Kondzilla promove na quinta-feira (18) um debate ao vivo sobre música, cultura periférica e política. A transmissão, que encerra o ciclo de aulas de 2025 da instituição, reunirá a deputada estadual Leci Brandão (PCdoB-SP) e o professor Juarez Tadeu de Paula Xavier, da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) da Universidade Estadual Paulista (Unesp). O tema central é a relação entre samba, funk e os processos de proibição que marcam a vida cultural das periferias brasileiras.

A live acontece às 19h30 no canal do YouTube do Instituto Kondzilla. O encontro aborda o conceito de “frequência proibida”, uma expressão que sintetiza como ritmos populares foram historicamente silenciados, reprimidos ou estigmatizados.

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A conversa entre a parlamentar e o professor terá quatro eixos principais. O primeiro é a “música como expressão política”, com reflexão sobre o papel transformador dos movimentos culturais de base.

O segundo eixo trata da “proibição do samba e seus impactos históricos”, que fará um paralelo com as atuais tentativas de criminalização do funk. O terceiro tema é “cultura periférica e estigma“, para discutir como o preconceito molda narrativas e restringe direitos.

Por fim, o debate abordará “economia criativa e direitos culturais”, com destaque para caminhos que fortaleçam a produção, a circulação e o reconhecimento das expressões artísticas das periferias.

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  • Giovanne Ramos

    Jornalista multimídia formado pela UNESP. Atua com gestão e produção de conteúdos para redes sociais. Enxerga na comunicação um papel emancipatório quando exercida com responsabilidade, criticidade, paixão e representatividade.

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