O comitê gestor do Plano Juventude Negra Viva (PJNV) lançou o Observatório Nacional das Juventudes, iniciativa do Ministério da Igualdade Racial (MIR) voltada à produção, sistematização e análise de dados sobre as juventudes brasileiras, com foco nas desigualdades raciais e territoriais.
O objetivo é monitorar e qualificar as políticas públicas, a fim de contribuir para uma atuação mais orientada por evidências.
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De acordo com comunicado do governo, uma reunião realizada pelo comitê entre os dias 31 de março e 1 de abril deu continuidade ao acompanhamento das ações e metas do plano, além de avançar na consolidação de sua governança e na definição de diretrizes estratégicas para o próximo ciclo.
O encontro resultou no avanço da cosntrução de um regimento interno do comitê para estruturar de forma mais precisa seu funcionamento. O documento prevê a participação ativa dos ministérios pactuados, a definição de responsabilidades entre os integrantes, a criação de um fluxo contínuo de trabalho com calendário trimestral e o fortalecimento dos mecanismos de troca de informações e comunicação institucional.
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Para o diretor de Políticas de Combate e Superação do Racismo, Nonato Nascimento, o fortalecimento do PJNV é fundamental para a construção de um país mais igualitário.
“Mais do que uma iniciativa governamental, o Plano se consolida como uma estratégia de Estado voltada à promoção do bem viver e da dignidade da juventude negra, articulando esforços institucionais para a construção de um Brasil mais justo, igualitário, soberano e democrático”, afirmou em nota ministerial.
A reunião também consolidou avanços na governança do plano, com destaque para a articulação com estados e municípios e a criação de comitês estaduais, além do estímulo à implementação de instâncias municipais.
O comitê também definiu a elaboração do Planejamento Estratégico 2026–2027, a aprovação do regimento interno, a incidência da articulação junto aos gestores municipais e o fortalecimento da comunicação institucional do plano.
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