A Universidade Popular (UNIPOP) está com pré-inscrições abertas até hoje (10) para a primeira edição do Curso de Formação para Educadores Socioambientais. A iniciativa marca uma nova etapa de uma das formações mais tradicionais da instituição, que por muitos anos foi realizada como Curso de Formação para Educadores Sociais e agora passa a incorporar, de forma mais explícita, os debates sobre justiça socioambiental, mudanças climáticas e defesa dos territórios.
A mudança reflete o entendimento de que os desafios enfrentados pelas populações amazônicas estão diretamente ligados às questões ambientais, sociais, culturais e políticas. Em um contexto de emergência climática e de crescente debate sobre o futuro da Amazônia, a formação busca preparar educadoras e educadores para atuar em seus territórios por meio da educação popular, fortalecendo processos de organização comunitária, participação cidadã e incidência política.
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O curso é destinado a estudantes, educadores, pesquisadores, arte-educadores, artistas e demais pessoas interessadas, com idade mínima de 18 anos.
A formação será gratuita, com 100 horas de carga horária e certificação. Os encontros acontecerão de forma presencial, entre 1º de agosto e 5 de dezembro de 2026, sempre aos sábados, das 8h30 às 12h30, na sede da UNIPOP, localizada na Avenida Senador Lemos, nº 557, no bairro do Umarizal, em Belém.
Para receber o certificado, as pessoas participantes deverão cumprir frequência mínima de 75% e elaborar um projeto de incidência socioambiental como atividade de conclusão do curso.
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Processo seletivo
As pré-inscrições estarão abertas até 10 de julho. Após essa etapa, serão realizadas a análise dos questionários e entrevistas telefônicas com as pessoas candidatas. O resultado final será divulgado no dia 27 de julho, às 16h, nas redes sociais da UNIPOP.
Ao longo da formação, as turmas terão contato com metodologias da educação popular e com temas relacionados à justiça socioambiental, direitos humanos, participação social, organização comunitária e fortalecimento dos territórios, estimulando a construção coletiva de soluções para os desafios enfrentados pelas comunidades amazônicas.
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