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Cesta básica fica mais barata em 11 capitais em junho, mostra levantamento

Apesar da redução, São Paulo segue com a cesta básica mais cara do país
Pacotes de alimentos básicos em prateleiras de supermercado.

Pacotes de alimentos básicos em prateleiras de supermercado.

— Agência Brasil

9 de julho de 2025

O custo dos itens da cesta básica ficou mais barato em 11 capitais e mais caro em outras seis localidades em junho, de acordo com informações divulgadas nesta terça-feira (8) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

As maiores diminuições de preço foram registradas em Aracaju (-3,84%), Belém (-2,39%), Goiânia (-1,90%), São Paulo (-1,49%) e Natal (-1,25%). Já os maiores aumentos ocorreram em Porto Alegre (1,50%) e Florianópolis (1,04%).

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Apesar da redução, São Paulo segue com a cesta básica mais cara do país, no valor de R$ 831,37. Na sequência, estão Florianópolis (R$ 867,83), Rio de Janeiro (R$ 843,27) e Porto Alegre (R$ 831,37).

As capitais com o custo mais baixo da cesta básica são Aracaju (R$ 557,28), Salvador (R$ 623,85), João Pessoa (R$ 636,16) e Natal (R$ 636,95).

Na comparação com junho de 2024, no entanto, quase todas as capitais tiveram aumento no preço dos itens que compõem a cesta básica. A variações foram de 1,73% na capital baiana e de 9,39% no Recife.

Quais alimentos ficaram mais baratos?

Ainda de acordo com o levantamento do Dieese, entre os alimentos que tiveram a maior redução de preço estão o açúcar, a batata, o leite integral e o tomate.

O preço do açúcar diminuiu em 12 capitais.A maior queda ocorreu em Brasília (-5,43%), Vitória (-3,61%), Goiânia (-3,27%) e Belém (-3,15%). Enquanto a menor redução do preço da batata foi registrada em Porto Alegre (-12,62%).

Já no caso do leite integral, o custo diminuiu em 11 capitais, casos de Brasília (-2,31%) e Curitiba (-0,65%). Por outro lado, houve um aumento significativo na capital pernambucana (8,93%).

O preço do tomate, por sua vez, caiu em 16 capitais, como Aracaju (-25,29%), Salvador (-19,72%) e Rio de Janeiro (-14,48%).

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