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Moradores do Teleférico da Palmeira, no Rio, denunciam interrupções no fornecimento de energia

Segundo a denúncia, a região está há quatro dias sem energia após troca de transformador pela Light
Um poste com um transformador de energia, no Teleférico da Palmeira, Complexo do Alemão, Rio de Janeiro.

Um poste com um transformador de energia, no Teleférico da Palmeira, Complexo do Alemão, Rio de Janeiro.

— Reprodução/Vilma Ribeiro / Voz das Comunidades

2 de março de 2026

Moradores do Teleférico da Palmeira, no Complexo do Alemão, na capital fluminense, relatam estar há quatro dias sem fornecimento de energia elétrica, após a troca de um transformador pela Light, concessionária responsável pela distribuição de elétrica do Rio. A informação foi divulgada pela organização não-governamental Voz das Comunidades, no domingo (1).

De acordo com a comunidade, a interrupção começou no dia 26 de fevereiro e se concentra na parte mais alta do morro, nas ruas União e São Cristóvão. A denúncia destaca a falta de retorno da empresa, que respondeu apenas com o envio de protocolos, sem solução. 

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Esta não é a primeira vez que a região da Palmeira sofre com falta de luz. Em dezembro, quando a sensação térmica chegou a 50,6ºC no Complexo, o local ficou sem energia elétrica do dia 13 ao dia 25 de dezembro.

À ONG, um homem informou que o transformador, trocado recentemente, apresenta vazamento de óleo. Empreendedores locais também destacaram o impacto do desabastecimento elétrico em seus comércios.

“Estamos assim desde quinta-feira. Eu faço salgados para vender aqui. Mas sem energia, eu não consigo sustentar o meu negócio”, diz Dona Conceição, comerciante local, à reportagem. 

À imprensa, a Light declarou ter ido até o local e restabelecido a energia na tarde do dia 28 de fevereiro. No entanto, os moradores contestam, declarando estar sem energia desde o domingo. 

Texto com informações da Voz das Comunidades*

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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