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MST e Ferroviária fazem parceria para ampliar prática do futebol feminino

Articulação oferece oportunidades no esporte para atletas da reforma agrária com formação, estrutura e apoio
As jogadoras do Ferroviária durante partida.

As jogadoras do Ferroviária durante partida.

— Rafael/Zocco

5 de agosto de 2025

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Ferroviária Futebol S/A (FSA) darão início, a partir de setembro, a uma parceria esportiva voltada à valorização e difusão do futebol feminino no Brasil.

A iniciativa busca promover a inclusão de atletas de assentamentos e acampamentos da reforma agrária, oferecendo estrutura e apoio para poderem construir trajetórias profissionais no esporte, sem romper os vínculos com suas comunidades e com a luta coletiva. A ação integra as atividades da Articulação Nacional de Esportes do MST, em conjunto com o Coletivo de Esportes do movimento.

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Além de incentivar a prática esportiva entre mulheres, a parceria visa identificar talentos, realizar seletivas em diferentes territórios do MST e avançar na formação e contratação de atletas promissoras no futebol feminino.

A Ferroviária também oferecerá cursos, orientações e vivências no seu Centro de Treinamento (CET), para formar multiplicadores nas áreas de arbitragem, metodologia de seleção, observação de atletas e formação de profissionais que atuam em escolas de futebol nos territórios da reforma agrária

Em setembro ocorrerá a primeira seletiva de jogadoras de base com a participação dos militantes do MST e jovens sem terra entre 13 e 20 anos, na sede do clube.

A articulação reforça o protagonismo da Ferroviária no desenvolvimento do futebol feminino no país. O clube, pioneiro na modalidade, anunciou no ano passado a construção do primeiro Centro de Treinamento exclusivo para o futebol feminino no Brasil, localizado em Araraquara (SP). O espaço contará com estrutura médica, área de treinamento e foco na formação de atletas entre 10 e 20 anos, com capacidade para atender até 240 crianças, desde o início ao nível de base.


Com informações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)

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  • Thayná Santana

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