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‘Tem Clima Pra Isso?’: Alma Preta em coprodução com Canal Futura estreia série sobre antirracismo e justiça climática

Programa apresentado por Jessilane Alves e Amanda Costa debate mudanças climáticas a partir de uma perspectiva antirracista; saiba como acompanhar
Jessilane Alves e Amanda Costa, apresentadoras do "Tem Clima Pra Isso?".

Jessilane Alves e Amanda Costa, apresentadoras do "Tem Clima Pra Isso?".

— Divulgação/Alma Preta

5 de novembro de 2025

O Canal Futura estreia nesta quarta-feira (5), a partir das 22h30, o programa “Tem Clima Pra Isso?”, uma série coproduzida com a Alma Preta e que propõe debater a crise climática a partir de uma perspectiva antirracista, apresentando reflexões e experiências de populações negras, indígenas e periféricas. O programa pode ser assistido em canais de televisão por assinatura e ao vivo pelo Globoplay.

Apresentado pelas comunicadoras socioambientais Jessilane Alves e Amanda Costa, ao longo de 24 episódios — que vão ao ar até abril de 2026 — o programa convida o público a compreender como as mudanças climáticas afetam de maneira deisgual diferentes grupos sociais, revelando que as soluções para o futuro do planeta também passam pela justiça social e ambiental.

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Cada episódio aborda temas centrais como refugiados climáticos, urbanismo e justiça climática, alimentação, sustentabilidade nas comunidades tradicionais, entre outros, sempre com linguagem acessível e protagonismo de vozes diversas. A série reforça que a luta contra a crise climática é coletiva e que cada pessoa pode contribuir para um mundo mais sustentável e equitativo.

O Futura está disponível gratuitamente via Globoplay para acompanhar o sinal ao vivo da programação, além de um catálogo com mais de 185 títulos e 5 mil vídeos.

Assista o “Tem Clima Pra Isso?” no Canal Futura também nas principais operadoras de TV por assinatura no Brasil:

  • Net e Claro TV – 534 HD e 34
  • Sky – 434 HD e 34
  • Vivo – 68HD e 24 fibra ótica
  • Oi TV – 35

Cronograma dos episódios 

5 de novembro, às 22h30 – Episódio 1: Desafios e contradições das Conferências do Clima da ONU 

A COP é historicamente marcada por contradições. Entre a presença do setor privado e os movimentos sociais, discutimos os desafios para uma justiça climática real e a necessidade de incluir os povos mais impactados. 

12 de novembro, às 22h30 – Episódio 2: A moda e a crise climática 

A indústria da moda é uma das mais poluentes. A vida útil de uma roupa é cada vez menor em um momento que não se pode consumir da mesma forma. Debateremos greenwashing, exploração laboral e alternativas para um consumo consciente. 

19 de novembro, às 22h30 – Episódio 3: Quem são os refugiados climáticos? 

Refugiado, migrante ou deslocado? Há muitas formas de denominar os milhões que migram por desastres climáticos. Muitas dessas pessoas são comunidades pobres e negras ao redor do mundo. 

3 de dezembro, às 22h30 – Episódio 4: Primeira infância e crise climática 

O mundo que vamos entregar às nossas crianças é o centro do debate sobre crise climática e primeira infância. Qual a relação entre consumo, educação ambiental e como preparar as novas gerações? 

10 de dezembro, às 22h30 – Episódio 5: Urbanismo e justiça climática 

Como o planejamento urbano pode conter a crise climática? Com transporte, saneamento e políticas para cidades mais justas. 

17 de dezembro, às 22h30 – Episódio 6: A produção de alimentos na crise do clima 

Qual o papel da produção de alimentos na crise climática? A partir das religiões de terreiro, este episódio aborda outras formas de produzir e consumir alimentos em um contexto de mudanças no meio ambiente. 

24 de dezembro, às 22h30 – Episódio 7: A ansiedade climática 

A crise climática gera angústia para quem ainda não foi afetado e para quem é afetado 

diretamente por eventos climáticos extremos. Exploramos quais os caminhos e desafios para cuidar da saúde mental em tempos difíceis. 

31 de dezembro, às 22h30 – Episódio 8: De onde vem nossa energia elétrica? 

A partir da matriz energética brasileira, quais são os desafios de uma transição justa, com menos impactos sobre povos tradicionais? Neste episódio entendemos os custos, os desafios e soluções para uma energia sustentável. 

7 de janeiro, às 22h30 – Episódio 9: Saneamento básico e justiça climática 

A falta de saneamento é um agravante da crise climática. Quase metade da população brasileira ainda não tem acesso justo a esse serviço essencial. Discutimos essa negligência histórica e suas consequências para as periferias. 

14 de janeiro, às 22h30 – Episódio 10: Do desenvolvimento ao envolvimento de Nego Bispo 

O intelectual e filósofo quilombola Nego Bispo morreu em 2023, mas deixou vasto legado de como reinterpretar o meio ambiente em busca da justiça climática. Discutimos suas lutas e o conceito de “envolvimento” versus “desenvolvimento”. 

21 de janeiro, às 22h30 – Episódio 11- Quem cuida dos oceanos? 

Neste episódio, discutimos a poluição, a pesca predatória e o papel do Brasil e das leis internacionais na preservação desses ecossistemas ameaçados. 

28 de janeiro, às 22h30 – Episódio 12 – A agricultura nas cidades 

A agricultura urbana e as hortas urbanas podem promover segurança alimentar e sustentabilidade nas cidades. Políticas públicas pautadas na produção urbana de comida podem ser fundamentais para uma cidade mais sustentável. 

4 de fevereiro, às 22h30 – Episódio 13 – Coleta de Lixo e Materiais Recicláveis 

Para onde vai nosso lixo? A coleta é muitas vezes feita por pessoas invisibilizadas nas cidades, ainda que tenham papel essencial. Os catadores são centrais para políticas públicas e podem promover a reciclagem e a justiça social. 

11 de fevereiro, às 22h30 – Episódio 14 – O que é Greenwashing? 

Greenwashing é a falsa propaganda de sustentabilidade. Analisamos como identificar práticas enganosas na busca por comunicações mais justas e ações mais efetivas diante da crise do clima. 

18 de fevereiro, às 22h30 – Episódio 15 – África e Crise Climática 

A África sofre desproporcionalmente com a crise climática, embora contribua pouco para as emissões globais. Como fortalecer a cooperação internacional e garantir reparações históricas? 

25 de fevereiro, às 22h30 – Episódio 16 – América Latina 

Partindo do conceito de Lélia Gonzalez, este episódio aborda a crise climática na América Latina, destacando saberes ancestrais e o papel de mulheres latino-americanas e caribenhas. 

4 de março, às 22h30 – Episódio 17 – A desertificação de biomas 

A desertificação avança em biomas como Amazônia e Caatinga. Exploramos causas, impactos nas comunidades e as políticas públicas disponíveis no combate a esse processo. 

11 de março, 22h30 – Episódio 18 – Os rios em grandes centros urbanos 

É possível reviver rios como Tietê e Pinheiros em São Paulo? Discutimos políticas de recuperação e como transformá-las em espaços de convivência e preservação. 

18 de março, às 22h30 – Episódio 19 – Quanto dinheiro é destinado ao combate da crise climática? 

Qual o custo da crise climática? Exploramos como os recursos são distribuídos, quem define prioridades e como projetos sustentáveis podem acessar fundos. 

25 março, às 22h30 – Episódio 20 – O capitalismo é sustentável?  

Você sabe o que é obsolescência programada? A partir desse conceito, analisamos o papel dos grandes emissores, a regulamentação e nossas lógicas de consumo. 

1 de abril, às 22h30 – Episódio 21 – O que são empregos verdes e por que eles são importantes? 

Preservar a natureza dá trabalho, literalmente. Neste episódio, discutimos como novos empregos surgem para fortalecer a sustentabilidade do planeta. 

8 de abril, às 22h30 – Episódio 22 – Pacha Mama 

Inspirados no conceito de Pacha Mama, discutimos a relação com a terra, saberes ancestrais e o papel de mulheres e LGBTQIAP+ na luta ambiental na América Latina. 

15 de abril, às 22h30 – Episódio 23 – Estamos em crise, quem eu devo cobrar? 

Quem responde pela crise climática? Discutimos o papel de governos, empresas e cidadãos, e como cobrar ações efetivas por justiça climática. 

22 de abril, às 22h30 – Episódio 24 – Quais são as principais políticas públicas para o clima? 

Mergulhamos nas políticas para o clima, como o Fundo Amazônia, seus recursos e se são suficientes para garantir justiça climática e proteger territórios vulneráveis. 

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  • A Alma Preta é uma agência de notícias e comunicação especializada na temática étnico-racial no Brasil.

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