PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Preta Gil será homenageada com circuito de Carnaval no Rio

Circuito visa destacar o legado da cantora que criou o Bloco da Preta, em 2009, contribuindo com a cultura do carnaval de rua
A cantora e empresária Preta Gil no Bloco da Preta.

A cantora e empresária Preta Gil no Bloco da Preta.

— Reprodução/Rede Social

22 de julho de 2025

A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou, nesta terça-feira (22), no Diário Oficial do município, a criação do “Circuito de Blocos de Carnaval de Rua Preta Gil”. A iniciativa homenageia a cantora, que faleceu no último domingo (20), aos 50 anos, vítima de um câncer.

O decreto assinado pelo prefeito Eduardo Paes (PSD) destaca a trajetória e a vida pessoal de Preta Gil, enfatizando sua contribuição para a retomada dos carnavais de rua do Rio de Janeiro, os transformando em “espaços urbanos de cidadania cultural”.

Quer receber nossa newsletter?

Você encontrá as notícias mais relevantes sobre e para população negra. Fique por dentro do que está acontecendo!

Fundado em 2009, o Bloco da Preta é citado como uma das mais relevantes “expressões do carnaval carioca reunindo milhões de pessoas nas ruas do centro do Rio de Janeiro”.

Como parte da programação oficial da cidade, o circuito terá concentração na Rua Primeiro de Março, no trecho entre a Rua do Rosário e a Rua do Ouvidor. O trajeto seguirá até a Avenida Presidente Antônio Carlos e será encerrado nas imediações da Rua Araújo Porto Alegre.

O documento também considera que Preta Gil foi uma artista “fundamental na defesa da livre expressão artística e da dignidade de todos os corpos, raças e crenças na cultura brasileira” ao longo de suas cinco décadas de vida.

A cantora e empresária era filha do cantor e compositor Gilberto Gil e de Sandra Gadelha. Por meio da música, também era afilhada de Gal Costa.  

Apoie jornalismo preto e livre!

O funcionamento da nossa redação e a produção de conteúdos dependem do apoio de pessoas que acreditam no nosso trabalho. Boa parte da nossa renda é da arrecadação mensal de financiamento coletivo.

Todo o dinheiro que entra é importante e nos ajuda a manter o pagamento da equipe e dos colaboradores em dia, a financiar os deslocamentos para as coberturas, a adquirir novos equipamentos e a sonhar com projetos maiores para um trabalho cada vez melhor.

O resultado final é um jornalismo preto, livre e de qualidade.

  • Thayná Santana

Leia mais

PUBLICIDADE

Destaques

Cotidiano