A ministra da Cultura, Margareth Menezes, participou nesta quarta-feira (10) do lançamento do Plano de Ações Integradas Mulheres e Clima, realizado no auditório do Ministério do Trabalho e Emprego, em Brasília. A iniciativa do Governo Federal reúne dez ações estratégicas para promover justiça climática com equidade de gênero.
Durante o evento, a ministra destacou a centralidade das mulheres nesse processo, enfatizando o papel estratégico de negras, indígenas, quilombolas, mulheres rurais e periféricas nas respostas comunitárias às emergências ambientais.
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“Essas mulheres enfrentam os impactos mais duros da crise, mas também constroem soluções concretas para a sustentabilidade da vida”, disse.
Para Margareth Menezes, enfrentar a crise climática também envolve a valorização da cultura nesse debate. “Defender a cultura e as mulheres que trabalham com cultura é também defender a terra, a água, o alimento e o futuro. Reconhecer o protagonismo feminino é construir uma justiça climática mais justa para todos nós”, afirma a ministra em comunicado do governo.
Coordenado pelo Ministério das Mulheres, em parceria com outras pastas, movimentos sociais e organismos internacionais, o Plano de Ações Integradas Mulheres e Clima visa fortalecer a presença feminina na agenda da COP30, a 30° Conferência das Nações Unidas, que será realizada em Belém (PA) em novembro deste ano.
O encontro contou com a presença de representantes do governo federal, parlamentares, organizações internacionais e movimentos sociais
Além do lançamento, também marcou a abertura do 1º Encontro da Articulação Nacional Mulheres e Clima, que reúne lideranças sociais, especialistas e gestores públicos para discutir soluções coletivas de enfrentamento à emergência climática.