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Banco Mundial financiará projeto de agricultura familiar no Brasil

Iniciativa prevê investimento de US$ 50 milhões para fortalecer a resiliência climática de agricultores familiares na Paraíba
Um homem manejando uma plantação.

Um homem manejando uma plantação.

— Reprodução/Wellington Lennon/MST

9 de fevereiro de 2026

O Banco Mundial aprovou o Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável da Paraíba – Fase II, que busca apoiar agricultores familiares no fortalecimento da resiliência a eventos climáticos.

O planejamento busca promover um crescimento mais inclusivo e resistente às mudanças climáticas nas áreas rurais do estado. A instituição fornecerá o aporte de US$ 50 milhões (aproximadamente R$ 261,6 milhões), integrando um montante total de US$ 67,13 milhões (cerca de R$ 349,5 milhões).

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A segunda fase do projeto visa também o aumento da renda dos agricultores familiares e a melhoria do acesso à infraestrutura e a serviços rurais.

A expectativa do banco é que a iniciativa impulsione a geração de empregos no campo e em atividades associadas, como processamento, logística e infraestrutura rural.

Em nota à imprensa, a diretora do Banco Mundial para o Brasil, Cécile Fruman, destacou que o investimento em produção de baixo carbono e o fortalecimento das organizações de produtores devem impulsionar a melhora nas condições de vida de algumas das comunidades mais vulneráveis da Paraíba.

Além do fortalecimento da produção sustentável para agricultores familiares, a ação tem como principais eixos a melhoria da acessibilidade rural, a redução da vulnerabilidade climática, a assistência técnica, a estruturação da capacidade dos beneficiários, entre outros.

“Este projeto ajudará os agricultores familiares da Paraíba a acessar mercados, se adaptar às mudanças climáticas e aproveitar novas oportunidades econômicas nas áreas rurais”, declarou. 

Texto com informações da Organização das Nações Unidas (ONU)*

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  • Verônica Serpa

    Formada em Jornalismo pela UNESP e caiçara do litoral norte de SP. Acredito na comunicação como forma de emancipação para populações tradicionais e marginalizadas. Apaixonada por fotografia, gastronomia e hip-hop.

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