PUBLICIDADE
PUBLICIDADE

Movimentos sociais preparam ato em Salvador rumo à marcha das mulheres negras

Iniciativa faz parte do Julho das Pretas, que articula projetos de mulheres negras no cenário nacional e internacional
Mulheres negras do Centro-Oeste promovem encontro para organizar a Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver (MMN2025), em Brasília, em 23 de novembro de 2024.

Mulheres negras do Centro-Oeste promovem encontro para organizar a Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver (MMN2025), em Brasília, em 23 de novembro de 2024.

— Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

15 de julho de 2025

No próximo dia 25 de julho, quando se celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, será realizado em Salvador um ato em preparação à Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver. A  da mobilização concentração será às 14h na Praça da Piedade, seguirá em direção à Praça Terreiro de Jesus, no Centro Histórico da capital. 

O ato integra a programação do Julho das Pretas, agenda política construída por organizações de mulheres negras em todo o país. Neste ano, as mobilizações também se conectam à preparação para a 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras, que ocorrerá em Brasília, no dia 25 de novembro.

Quer receber nossa newsletter?

Você encontrá as notícias mais relevantes sobre e para população negra. Fique por dentro do que está acontecendo!

A mobilização do Julho das Pretas reúne movimentos de mulheres negras como o Odara – Instituto da Mulher Negra e é organizada pela Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), pela Rede de Mulheres Negras do Nordeste e pela Rede Fulanas – Negras da Amazônia Brasileira. 

A edição deste ano conta com mais de 600 atividades programadas, envolvendo cerca de 250 organizações em 18 estados e no Distrito Federal. Além do Brasil, eventos também estão previstos em países como Colômbia e Reino Unido.

Com informações do Brasil de Fato.

Apoie jornalismo preto e livre!

O funcionamento da nossa redação e a produção de conteúdos dependem do apoio de pessoas que acreditam no nosso trabalho. Boa parte da nossa renda é da arrecadação mensal de financiamento coletivo.

Todo o dinheiro que entra é importante e nos ajuda a manter o pagamento da equipe e dos colaboradores em dia, a financiar os deslocamentos para as coberturas, a adquirir novos equipamentos e a sonhar com projetos maiores para um trabalho cada vez melhor.

O resultado final é um jornalismo preto, livre e de qualidade.

  • Thayná Santana

Leia mais

PUBLICIDADE

Destaques

Cotidiano